orgulhosamente preguiçosos

na discussão acerca de determinados deveres, se são morais ou uma obrigação implicita, surge-me a questão: e o brio profissional, não há?! mas nem disse nada. já nem o argumento do dever moral estava a ser muito bem aceite…

aos olhos dos outros, sou um ingénuo. eu continuo a achar que os chicos espertos são uma praga da sociedade.

e eu tenho que conviver com isto

há pessoas que não conseguem perceber que uma atitude, por demais evidente, de displicência e sobranceria, podem ser bem reveladores. desde logo de alguma arrogância e desprezo, chega a ser ofensivo. a auto-confiança excessiva tolda a capacidade de análise daquilo que nos rodeia e, não havendo capacidade para perceber o óbvio, pode ser um problema.

não pactuando, tenho que conviver com estas atitudes.

bla bla bla bla

incomoda-me a gritante falta de profissionalismo de algumas pessoas. pior ainda quando passam o tempo a dizer que fazem e acontecem, que isto, que aquilo… ainda se permitem expor ao patético e ao ridículo.

devem achar que eu nasci ontem! feliz ou infelizmente já lá vão uns anos.

tática batida

hoje, depois de ouvir o soundbite do dia – novo aeroporto – e partindo do princípio que eu acabava de acordar de um coma profundo, sem conhecimento absoluto do calendário eleitoral, perceberia logo que há eleições num horizonte próximo.

esta tática, sempre com o mesmo mote, é utilizada há mais de 40 anos em portugal. custa-me perceber a falta de pudor por parte de quem a usa e, pior, como ainda há gente a cair nesta lengalenga!

ao fim de um longo dia: desiludido!

há dias que são uma perfeita porcaria. não pelo pelo que acontece, ou pelo que não acontece, mas pelas conclusões a que chegamos. por exemplo, concluir que afinal as expectativas que fui criando, a bem da verdade, fundamentadas na minha boa vontade em dar uma oportunidade e acreditar, foram goradas.

estou farto de garotices. não tenho paciência para falta de bom senso, idiotices e precocidades, odeio heróis auto eleitos. gentalha que se acha a última bolacha do pacote, mas incapazes de ver o óbvio. é preciso homens. homens de caráter! não de chicos espertos, de seres sem coluna vertebral, de índios cheios de verborreia. para mim são a pária da sociedade.