na ordem do dia

a praxe enquanto prática sustentada numa hierarquia tão arbitrária como é a idade, que não é assente em qualquer tipo de mérito implícito ou explícito, embora não sendo regra, é, muitas vezes, na ausência de oportunidades e/ou competências diferenciadoras numa hierarquia meritocrática, ou mesmo no seio da sociedade, a única forma encontrada para exercer autoridade.

sempre que se passam os limites do razoável, do companheirismo saudável e do estritamente indispensável à integração no meio, seja ele qual for, é a revelação de personalidades que têm na estupidez um refúgio para a inabilidade humana.

não aceito que se justifique praxe como um meio para incutir práticas de respeito pelos outros e capacidade de superar as adversidades. a isso eu chamo de educação e espírito de sacrifício, respetivamente! aliás, alguém que é sujeito à submissão, mais cedo ou mais tarde vai querer vingar-se, provocando um efeito sistémico.


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