o essêncial em vez do acessório

custa-me aceitar que haja hospitais com necessidades extremas (para os utentes! os volumosos ordenados dos administradores e os esquemas de médicos para lesar o estado não sofrem dessa epidemia), e ainda haja quem se oponha à venda da coleção de quadros de miró, recuperando assim algum (pouquíssimo!) do muito dinheiro que os ladrões do bpn roubaram!

eu sei que o dinheiro realizado não entra no orçamento de estado para fazer face a despesas, sobretudo estas mais prementes, mas pelo menos evita que haja uma quantia semelhante do orçamento de estado canalizada para aquele sorvedouro que são os ativos tóxicos do bpn!

para perceber esta incoerência de quem se opõem, basta fazer o exercício mental de imaginar o inverso do negócio dos quadros: alguém no seu perfeito juízo seria de opinião favorável à compra desta coleção, estando nós na situação precária atual?! não me parece! se nesta perspectiva não há qualquer necessidade em adquirir arte, porque razão não se hão-de vender os que se detêm (ainda mais sendo para ajudar a pagar o seu “próprio” défice)?!

haja algum bom senso.


comentários existenciais

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