dá-se-me um nó no cérebro

não deixa de ser engraçada esta coisa de falar ao telefone e trocar correio eletrónico regularmente com as pessoas nas relações laborais, sem que se conheçam pessoalmente, e depois conhecê-las pessoalmente. há diferenças consideráveis entre aquilo que a imaginação vai construindo inconscientemente (não sei porquê, mas nós temos a necessidade de associar palavras a caras) e a realidade.

acontece-me, a mim, que, depois do contato pessoal, aquele timbre de voz ou aquela expressão características, já não encaixam com aquela pessoa. até dá um nó no cérebro.


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