de boca aberta

desapontado com o “meu lado”, aliás, parece que visivelmente, e sem que o assunto o justificasse, recebo uma resposta a um e-mail, enviada pelo chefe do “outro lado”, a insinuar que “isso parece escravidão” e que, “logo que queiras serás bem vindo na minha equipa”.

ora eu, que acho que não há fumo sem fogo, nem gosto de terras movediças, mantive a minha postura diplomática e muito pouco efusiva, vá-se lá saber o que anda ali por de trás para motivar determinados comportamentos recentes (isto sou eu a achar que há grandes planos estratégicos, coisa muito pouco usual). mas que a disputa pelos meus humildes préstimos me alimentou o ego, isso alimentou.


comentários existenciais

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