quero ir para marte (mas só se o deus baco também for!)

o ser humano (o terrestre – cada vez mais temos que começar a fazer esta distinção) é de uma complexidade incompreensível. achamo-nos no direito de criticar os outros, muitas vezes de forma leviana, em função do interesse próprio e com o intuito de nos sobrevalorizarmos a nós próprios, quase sempre na ausência do visado mas, quando chega o momento de fazer um exame de autoconsciência e de, comparativamente, agir da mesma forma tal como agimos em relação ao visado da crítica, assobiamos para o lado… ou arranjamos argumentos estapafúrdios como desculpa. incoerência é o verbo mais conjugado pelos terráqueos.

para já, a ciência ainda só descobriu água em outros planetas, quando descobrirem que também há vinho, se houver, quero ir para lá!

(esta reflexão surgiu assim do nada. ou talvez de uma percepção transcendental qualquer – leia-se desconfiança)


comentários existenciais

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