viver a conviver

o ser humano sente uma necessidade premente, e permanente, de se mostrar e de se sobrevalorizar face aos outros.

o facto de nem todos valorizarmos o mesmo, e da mesma forma, faz com que atitudes dessas possam ser tidas como parolas e excessivas.

é minha preocupação recorrente não ser presunçoso nem arrogante. é recorrente. o deslumbramento não é um bom conselheiro… nem um bom amigo, sobretudo o não justificado. se é que há algum tipo de deslumbramento justificado.

abomino a auto sobrevalorização e o culto excessivo do “eu” com a consequente sobreposição deste em relação ao “nós”.


comentários existenciais

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