deixá-los serem felizes

acho graça aquelas situações quando nos deparamos com pessoas que praticam o discurso da presunção e da superioridade (vulgo bazófia) e, pelo menos eu, na condição de ouvinte, vou pensando para mim próprio, enquanto vou sorrindo e anuindo: “achas-te o(a) maior, mas não passas de um(a) pindérico(a) parolo(a) com a mania que és superior aos demais, mas não passas dum ser banalissímo, até na estupidez”.

fazer os outros felizes, também pode ser deixá-los acreditar que são mesmo os maiores. ainda que seja recorrendo a alguma hipocrisia. é o ónus do altruísmo.


comentários existenciais

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