ossos do ofício

por inerência das minha funções profissionais, estou muitas vezes obrigado a fazer trabalho diplomático.

e, pese embora a imodéstia, acho que sou razoavelmente bom a fazê-lo. creio que faço análises objetivas, peso bem as consequências, tomo decisões sensatas e, sobretudo, acho que sou justo com as partes em oposição.

é verdade que muitas vezes finjo não ouvir ou faço-me de despercebido de algumas atitudes menos agradáveis, ou pelo menos discutíveis, mas não será apenas o essencial o importante a refletir no resultado final da equação? eu acho que sim.

mas uma coisa é certa, registo o sucedido. e fica histórico das inconsistências de carácter. em decisões futuras, consciente ou inconscientemente, elas serão tidas em conta. não sou, recuso-me a ser, rancoroso ou traiçoeiro. limito-me a ser justo, dentro da subjetividade dos meus parâmetros, claro. mas sempre muito benevolente por opção.

há, no entanto, coisas que me levam ao desespero. e uma dessas coisas é… pessoas desesperadas! pior, histéricas de tão desesperadas. vêm um cabelo de um careca a abanar e começam a gritar “furação! furação!”. não há paciência para gente assim. ou antes, tem que haver. a expressão facial é que muda significativamente.


comentários existenciais

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s