letal

não consigo perceber a tendência: se alguma coisa está mal a culpa é do outro, mesmo não sendo e, na grande maioria das situações, até é culpa própria; eu (genericamente) só tenho direitos, os deveres são para os outros, e para comigo em particular; eu (genericamente) nunca assumo o erro, se percebo que erro, tenho que argumentar (ridiculamente) do contrário; “peço desculpa”, “estou enganado”, “enganei-me”, “errei”, “não percebi dessa forma”, são expressões que têm consequências proféticas, uma vez proferidas e nunca mais conseguirás “ser o maior”, por isso não se pode, sequer, considerar a hipótese de pensar nelas…

o meu medo é que, em alturas de grande stress, e momentos de fraqueza, tenha reações mais agressivas (já nem digo desproporcionais, porque não o serão). porque, depois, ainda há o ser-se vingativo, além de burro e estúpido (um mal nunca vem só). é que eu não tenho, nada, estrutura mental para guerrinhas patéticas.

definitivamente, o humano é o animal mais perigoso à face da terra.


comentários existenciais

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