os maiores. ou talvez não.

há muita gente que me tem como um tanso. há sempre alguém, com aquela sofreguidão típica da superioridade, pronta a querer mostrar que é o maior.

faço, ou solicito, alguma coisa e lá está alguém a questionar: “ahh, porque é que não fazes assim?”. eu contraponho: “por isto, por isto e por isto”. do outro lado ouve-se: “ah, desculpa, não tinha percebido” ou o “desculpa, não li bem”. e eu a pensar para os meus botões: “e o burro sou eu?!”.

 


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