evidência

nesta época do ano há um contrassenso meu que fica mais evidenciado. pelo menos eu sinto isso. sou um anti consumismo natalício confesso. mas, também confesso, sou, eu próprio, um afetado pelo vírus do consumismo. nada de muito grave. ainda!

uma das justificações é o ser (um pouco) egoísta. outra tem a ver com uma postura muito própria. se é necessário (conceito de grande subjetividade) compra-se, se não é necessário, não se compra. e depois estar a dar, só por dar, quando muitas vezes a oferenda vai parar a um canto nos arrumos até ao dia em que se perde a paciência/vergonha/pena e se deita ao lixo, quando não vai direitinho para o lixo, é só uma má gestão dos recursos disponíveis.

a pergunta que se impõe é: antes egoísta e cínico com noção do desperdício, ou altruísta esbanjador com tiques de dissimulação?


comentários existenciais

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